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Araci: Volume de obras dos governos Silva Neto e Keinha já supera todos os antecessores em muitas comunidades

Araci: Volume de obras dos governos Silva Neto e Keinha já supera todos os antecessores em muitas comunidades


 

Ser um dos prefeitos ou prefeitas mais lembrados é um dos maiores desafios para qualquer gestor. Naturalmente, não é fácil administrar um município, muito menos alcançar grandes resultados em situações de crise, as quais, alguns já passaram ao longo dos 60 anos de história do município de Araci.

Porém, essa tarefa parece ser um obstáculo já ultrapassado pelo atual prefeito do município Silva, e por sua vice, Keinha. É inegável, ao andar pelas ruas do município de Araci ou visitar uma comunidade rural, que o município recebeu, nos últimos anos, provavelmente o maior volume de investimentos de sua história.

Já forma algumas dezenas o número de bairros, povoados e distritos que receberam, durante os governos Silva Neto e Keinha, um volume de obras superior a todos os prefeitos que vieram antes deles. É o caso do Caldeirão, que recebeu quadra coberta, novo PSF e pavimentação, conquistadas e construídas pela referida gestão. O mesmo ocorre com o Rufino, que recebeu seu PSF e sua quadra poliesportiva. O bairro do Coqueiro é outro exemplo disto. Um novo PSF, Academia da Saúde, pavimentação de praticamente todas as ruas do bairro, algumas em convênio, outras com recursos próprios.

Tal feito torna-se ainda mais impressionante quando observada a circunstância do governo, que começou em 2013, exatamente o ano em que o Brasil entrou na crise econômica e política mais grave de sua história.

Estes resultados são fortes indícios de que Araci começa a entrar no caminho do desenvolvimento, o qual, mesmo com todos os esforços daqueles gestores que vieram antes, nunca se apresentou tão próximo. Vale lembrar que, ao assumir a gestão, Silva Neto e Keinha encontraram Araci entre os piores municípios do Brasil para se viver e que, naturalmente, índices de longevidade, renda e educação não mudam significativamente em menos de 15 a 20 anos. Espera-se que tais investimentos em educação e saúde surtam efeitos, obviamente de longo prazo, e que a população colha os benefícios relacionados à qualidade de vida que devem ser gerados a partir desses investimentos.

Redação, Correio do Nordeste.